Hoje fui à rodoviária de São Paulo para comprar passagem para viajar no feriado, e como ainda não tinha almoçado parei no Mister Sheik, na rodoviária mesmo, para comer alguma coisa. Vi uma família ao meu lado almoçando comida mesmo, e quando estava começando a comer olhei para o lado e vi os três da família se levantando. Até aí normal; o que me deixou inconformado foi o "simples" fato de os três terem se levantado e ido embora depois de terem dado apenas duas ou três garfadas na comida.
Sabe, às vezes me passa pela cabeça como as pessoas podem jogar tanta comida fora, sendo que aqui do lado mesmo tem muitas famílias que dariam tudo por um prato de comida. Eu não sou como aquelas pessoas que pensam logo na África quando se fala em fome, pois aqui do lado mesmo tem muitas pessoas que passam a mesma ou até mais fome que o povo da África. E o fato de ver as pessoas jogando quilos e mais quilos de comida fora me faz pensar em um dia juntar todas as comidas que são deixadas em pratos nas praças de alimentação, principalmente, e dar a essas pessoas que passam tanta fome.
Enganchando nesse assunto de fome, hoje também li numa revista (que não me lembro o nome) uma reportagem sobre o José Padilha (diretor de Tropa de Elite) falando sobre o mais novo documentário dele, Garapa, onde ele retrata a fome crônica de uma maneira fria e realista. O documentário se passa no sertão e periferia do Ceará, onde Padilha acompanha três famílias durante um mês (acho), e assim deixa mais evidente ainda a situação de muitas famílias do Brasil, que dão uma mistura de água e açúcar (Garapa) para seus filhos, para tentar, assim, enganar sua fome, porque comida não há na mesa.
Queria que todas as pessoas vissem esse filme (que eu ainda não vi) para ver se assim aprendem a não despediçar comida, por saber que alguém muito mais perto do que elas pensam está realmente passando fome, nesse exato momento.
Miséria e Fome - Inocentes.
Acho que o nome desse álbum serve bem como título para esse post.
Sabe, às vezes me passa pela cabeça como as pessoas podem jogar tanta comida fora, sendo que aqui do lado mesmo tem muitas famílias que dariam tudo por um prato de comida. Eu não sou como aquelas pessoas que pensam logo na África quando se fala em fome, pois aqui do lado mesmo tem muitas pessoas que passam a mesma ou até mais fome que o povo da África. E o fato de ver as pessoas jogando quilos e mais quilos de comida fora me faz pensar em um dia juntar todas as comidas que são deixadas em pratos nas praças de alimentação, principalmente, e dar a essas pessoas que passam tanta fome.
Enganchando nesse assunto de fome, hoje também li numa revista (que não me lembro o nome) uma reportagem sobre o José Padilha (diretor de Tropa de Elite) falando sobre o mais novo documentário dele, Garapa, onde ele retrata a fome crônica de uma maneira fria e realista. O documentário se passa no sertão e periferia do Ceará, onde Padilha acompanha três famílias durante um mês (acho), e assim deixa mais evidente ainda a situação de muitas famílias do Brasil, que dão uma mistura de água e açúcar (Garapa) para seus filhos, para tentar, assim, enganar sua fome, porque comida não há na mesa.
Queria que todas as pessoas vissem esse filme (que eu ainda não vi) para ver se assim aprendem a não despediçar comida, por saber que alguém muito mais perto do que elas pensam está realmente passando fome, nesse exato momento.
Miséria e Fome - Inocentes.
Acho que o nome desse álbum serve bem como título para esse post.